terça-feira, 3 de agosto de 2010

Tema 07 - "Meu primeiro emprego"

E aí galera, tudo em cima? As férias escolares acabaram, as aulas iniciaram e o Desafio do Conhecimento ITS vai chegando ao fim. Caso você tenha nos acompanhado e/ou apoiado até agora, muito obrigado! Portanto, esta é a nossa última semana de trabalho, então estamos nos despedindo de vocês. Desta vez, eles nos pediram uma postagem sobre a importância do primeiro emprego, que claro, marca a vida de todos nós. Com um bom trabalho e satisfação, divulgamos pra vocês mais um post pra lhe ajudar, ou apenas refletir.

Boa leitura!

Ah, o primeiro emprego. Ansiedade para alguns, temor para outros. Muitos ficam sonhando com o primeiro emprego, outros ficam treinando falas para não errarem na entrevista. Esses pensamentos são comuns já que o primeiro emprego marca nossas vidas, então para não ter nenhum problema adiante, siga abaixo nossas dicas:

Dica número 1: decida o que quer fazer, para não ter problemas no serviço ou apenas pegue um trabalho neutro para adquirir experiência; Antes da próxima dica, dê uma olhada no vídeo do Fantástico, onde Max Gehringer ensina como se comportar no momento de tanta tensão e ansiedade:

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Em outros termos, o blog Já pensaste? faz uma crítica inteligente sobre o primeiro emprego:

"Há quem afirme que o primeiro emprego é muito importante porque se torna na base dos contactos da vida profissional que começa. Esta óptica tem toda a lógica visto que se alguém começar por trabalhar numa determinada área, os seus contactos, até mesmo para uma mudança de emprego no futuro, vão-se basear nessa experiência e, por consequência, mais fácilmente se consegue um outro cargo dentro da mesma área. Mas calma! Não é nada de obrigatório, pode é ser uma questão de facilidade.

Por outro lado há quem sugira que o primeiro emprego é simplesmente um primeiro emprego, um começo e como tal não terá um ponderação demasiado marcada nas escolhas futuras. Este ponto de vista ganha relevância especial no contexto económico que vivemos, pois é cada vez mais difícil encontrar um emprego e principalmente um emprego “para a vida”. Além disso, hoje em dia, ceteris paribus, as pessoas têm mais formação o que permite uma maior adaptabilidade a novas situações, a novos cargos e as empresas têm uma política de empregabilidade mais volátil, isto é, rodam cada vez mais os colaboradores."

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Dica número 2: se prepare bem para as entrevistas, mas não fique neurótico, relaxe. Cuidado com o traje que irá usar, também é importante;
Quer se entrosar no assunto e saber ainda mais como se dar bem no emprego? Assista o vídeo abaixo e preste atenção:

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No site Ceed, há mais informações. No entanto, pegamos um trecho de uma página deles, na qual indica que o estágio é o primeiro emprego mais importante. Leia mais.

"O estágio é o momento do jovem entrar em cena e pôr em prática tudo que vinha ensaiando fora dos palcos há algum tempo”. Esta metáfora utilizada pela psicóloga do Instituto Brasileiro Pró-Educação e Trabalho (Isbet), Sônia Teixeira, talvez seja a explicação que defina de forma mais clara o papel do estágio na vida do estudante. Isso mesmo, o estágio é a estréia do jovem em sua vida profissional. Apesar de todo o conhecimento técnico que aprende na instituição de ensino, o estágio sempre acaba por ensinar aos jovens muito mais do que a própria escola. “Não há assimilação de conhecimento sem prática. É como querer aprender a dirigir por curso de correspondência, ou seja, impossível”, declara o universitário de Publicidade e Propaganda da UFF e estagiário da Companhia Vale do Rio Doce, Raphael Santos. Complementando a declaração de Raphael, o gerente executivo de RH e Treinamento da Andima, José Luiz Beheregaray da S. Lopes, destaca o estágio como uma experiência única na vida do jovem. “Acredito que a fase de estagiário, principalmente para o quem nunca trabalhou, é uma experiência fundamental. Esse período, quando bem conduzido pela empresa, faz com que o estagiário tenha chance de aprender, na prática, sobre assuntos que antes ele só conhecia através de livros como, por exemplo, atividades e suas etapas, processo de comunicação e mobilidade da estrutura organizacionais, conceitos éticos, etc”, explica. O estágio é uma forma da empresa se manter atualizada Vai longe o tempo no qual o estagiário, por ser sinônimo de mão-de-obra barata, acabava se transformando em um funcionário “faz-tudo”, sem ao menos ter uma função definida nas empresas."

Imagem de divulgação.

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Quase terminando aqui, algumas perguntas devem estarem nas suas cabeças. Então, para tentar solucionar essas questões, buscamos e buscamos afundo no site Planeta News, onde você confere abaixo as mais frequentes:

Como ter experiência de trabalho se não consigo a primeira oportunidade?

Basta analisar um pouco o mercado de trabalho para entender o paradoxo da experiência. Explico. É que, de um lado, estão empresas que buscam profissionais cada vez mais qualificados, seja tecnicamente ou por meio de diplomas de ensino superior, mas também pessoas que já tenham alguma experiência no mercado de trabalho. Isso significa que o espaço para os novatos e aqueles que não tem experiência vem diminuindo a cada dia.

Portanto, a dica para conseguir experiência é: não perca mais tempo. Candidate-se agora como voluntário em uma instituição filantrópica e, principalmente, aja com profissionalismo. Afinal, se você achar que estará fazendo um favor para a instituição, o mercado também poderá achar que estará fazendo apenas um favor, e não um reconhecimento, ao lhe conceder um emprego.

Imagem de divulgação.


Como ter experiência de trabalho se não consigo a primeira oportunidade?

Basta analisar um pouco o mercado de trabalho hoje para entender o paradoxo da experiência, ou seja, é que se de um lado têm-se as empresas que estão buscando profissionais cada vez mais qualificados, seja tecnicamente através de diplomas de ensino superior e também pessoas que já venham com alguma experiência no mercado de trabalho, o espaço para os novatos que não tem experiência, vem diminuindo a cada dia.

Muitos jovens acreditam que a única maneira de obter e provar essa experiência positiva para as empresas, é tendo um emprego anterior.Mas então se deve perguntar: “como eu posso ter experiência de trabalho se eu não tenho a primeira chance?”

Este é o paradoxo da experiência que deve ser rompido, ou ser alterado mediante um pouco mais de estratégia e divisão de mercado. O modelo mais tradicional é o estágio, muitas empresas consideram como experiência profissional a atividade que o estagiário teve.

Imagem de divulgação.


A importância do trabalho voluntário na carreira profissional

O cenário foi mudando e na década de 90 o “primeiro grau” foi substituído pela qualificação mínima do 2º grau, hoje chamado de ensino médio, e o diferencial agora não era mais a tal datilografia e sim um curso de computador. Foi nessa época que surgiram aqueles termos, aqueles chavões usados até hoje nos currículos como: “domínio pleno em informática”, “conhecimento pleno em computação”.

Na verdade esta evolução chegou ao nosso século buscando profissionais que tenham ensino superior e tenham também outra característica: que saibam descrever claramente como podem contribuir para o sucesso da empresa. É neste sentido que entra a experiência que muitos jovens possuem no terceiro setor. Isso significa que atualmente é diferencial para conquistar uma vaga em uma empresa o trabalho que uma pessoa vem desenvolvendo junto às instituições sociais de sua cidade, participar de Organizações não governamentais – ONG -, de Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público – Oscip - e outras siglas que refletem um trabalho voluntário voltado para a comunidade ou para o meio ambiente, é uma ótima oportunidade de melhorar e qualificar o seu currículo.

A forma de valorizar isso está no ato da entrevista. Um candidato deve demonstrar que mesmo no terceiro setor agia com profissionalismo, com seriedade, coerência e principalmente que aquela atividade revela os seus princípios e valore pessoais. Por isso a recomendação de hoje é para que os jovens passem a atuar mais no trabalho voluntário, pensando não apenas na sociedade mas também como uma forma de melhorar sua qualificação no mercado de trabalho, mas para isso é preciso humildade e profissionalismo.

Imagem de divulgação.

Quero contribuir à sociedade, qual a melhor maneira?

Um dos fatores fundamentais para a análise de um projeto de responsabilidade social, é com certeza o valor e o beneficio que vai ser entregue à comunidade. De nada adianta conduzir ou elaborar um projeto de responsabilidade social que tem apenas resultados duvidosos.

Infelizmente, o que poucas pessoas compreendem é que junto com os resultados há uma preocupação muito grande por parte das empresas quanto a continuidade daquele projeto. Ou seja, algumas pessoas imbuídas do espírito de servir, movidas pela vontade de fazer algo e deixar sua marca na sociedade, escrevem projetos maravilhosos e que podem trazer bons resultados para a comunidade.

Na realidade esta atitude equivale somente a 50% do caminho a se percorrer. Estes esquecem que esse projeto não pode começar e parar dali um ano, pois as conseqüências podem ser ainda mais sérias. Por isso é preciso que as pessoas deixem sua criatividade um pouco de lado para elaborar novos e mirabolantes projetos voltados à responsabilidade social e passem a apoiar, e literalmente engrossem a fileira dos voluntários que já fazem muito pela sociedade.

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Os princípios do trabalho voluntário

Um dos maiores méritos que os projetos de responsabilidade social e de trabalho voluntário para a comunidade têm, é justamente o de ensinar as pessoas que o processo de plantar não está necessariamente atrelado ao sucesso de colher. Um exemplo disso é a experiência de Antônio. Ele é um agricultor e todo ano semeia sua lavoura. Acontece que não é por que a lavoura está plantada, crescendo e se desenvolvendo que o Antonio começa a gastar antes da colheita, os lucros que ele planeja ter.

Do mesmo modo por analogia, o trabalho voluntário no terceiro setor deve ser desatrelado de alguma espécie de reconhecimento. È preciso que um profissional encare a realidade sem segundas intenções e sem desculpas esfarrapadas. Se ele está no trabalho voluntário por que deseja ser reconhecido como alguém caridoso, alguém que se dedica à sociedade, o melhor é que ele repense suas atitudes, e se for o caso abandone esse trabalho.

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Dica número 3: na entrevista, tente ressaltar seus lados positivos, mas não mostre todos, poderá mostra convencimento. Tente passar a melhor imagem que conseguir ao entrevistador; Até agora você não entendeu como conquistar seu emprego? Então, assista este vídeo abaixo:



Essas são as três etapas básicas na disputa pelo primeiro emprego, mas lembre-se: isso tudo vem antes de tirar carteira de trabalho, estudar bem sobre o que irá realizar, estudar sobre o perfil da empresa ou local que irá trabalhar e outras pequenas tarefinhas, mas não se preocupe, pois com todos os problemas, você conseguirá.

Outro fator muito importante com o primeiro emprego é você ter em mente que o principal é obter o máximo de experiência que conseguir, pois tudo que você adquirir no primeiro emprego, influenciará nos outros, então aproveite para aprender bastante. Apesar de todas essas informações e dicas, se prepare da melhor forma que achar, afinal você sabe bem do que é capaz, restar deseja boa sorte e que todos se saiam muito bem na entrevista e na conquista do primeiro emprego.

E para finalizar nosso último post do Desafio do Conhecimento, queremos muito agradecer vocês por ter nos acompanhado durante esta trajetória na disputa de blogs culturais. Se quiserem saber mais, pode entrar em contato por aqui ou siga um dos nossos integrantes da equipe no Twitter @raelconsoli e comente lá! Adoramos ter entrado nessa aventura do Desafio do Conhecimento. Um grande abraço da equipe Leitor Mestre!

terça-feira, 27 de julho de 2010

Tema 06 - "Cursos saturados = Conhecimento guardado"

Bom pessoal que está sempre conosco no Desafio do Conhecimento Its, nesta semana de bom trabalho conseguimos uma boa postagem, dessa vez, eles pediram para nós uma postagem sobre os cursos que estão “saturados” (muito profissional, poucas vagas) e o que nós pensamos sobre isso e a tarefa que os estudantes que pretendem seguir nesses cursos devem ter. Com um pequeno trabalho, mas com bastante dedicação, conseguimos cumprir nossa tarefa e aqui está o resultado.

Boa leitura!

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Para uma boa introdução para saber primeiramente o que é um networking, leia abaixo:
"A tradução dela é: alguém bem empregado, que possa dar uma referência, ou fazer uma recomendação, quando aparece uma vaga.
“Nós estamos reunidos num curso que tem uma carga horária de 16 horas, 24 pessoas. Algumas das pessoas que estão aqui vão ser lembradas pelas outras durante muitos e muitos anos. E um dia, quando surgir uma oportunidade de indicar ou de ser indicado, esse grupo é uma excelente fonte de referência. O contato começa aqui”, explica Max Gehringer.
No Brasil, esta prática já completou 507 anos. Quando Pero Vaz de Caminha escreveu para o rei de Portugal anunciando o descobrimento do Brasil, ele aproveitou para pedir a transferência do genro da África para Lisboa.
No passado, existiram várias palavras para quem furava a fila e conseguia um emprego: cunha, pistolão, peixada e QI, a sigla para "quem indicou".
Todas essas palavras queriam dizer mais ou menos o seguinte: um incompetente conseguiu um emprego só porque conhecia a pessoa certa. Isso era justo? Claro que não.". É o que afirma o site Cepceilândia.

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Como quase todos sabem, existem muitos cursos clichês, ou seja, que todo mundo opta por seguir, podemos citar Direito e Administração como os mais escolhidos pelos estudantes na fase pré-vestibular. Mas então, vale a pena escolher por um desses cursos, em que o mercado está cheio e não está oferecendo tantas novas vagas? Se escolher um desses cursos terei futuro? Essas perguntas ficam na mente dos estudantes, que pressionados, podem realizar uma escolha errada de curso. Para evitar esse acontecimento, vamos tentar ao máximo auxiliar vocês para evitarem futuros erros.

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Para esses tipos de cursos que quase todo mundo opta por realizar, o estudante deve estar preparado para muita dedicação, por que para poder disputar com força uma vaga de trabalho com tantos outros estudantes na mesma situação, só tendo boas qualificações e especializações para disputar com os outros. Mas não desista ou desanime, se você não se qualificou ou especializou, não quer dizer que você não conquistará uma vaga de emprego, porém a situação será mais complicada.

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De acordo com o site Pensar Vende: "O interessante do networking não é o volume de clientes - isso você pode conseguir até com um SPAM bem montado… A graça do networking é a qualidade desses clientes. Você conhece primeiro a PESSOA e depois chega a conhecer o cliente em si. Isso lhe dá uma série de vantagens; por exemplo:
> (em minha opinião a principal das vantagens é essa) Você não precisa mais TRABALHAR!!! Não entendeu? Então imagine você ir para a empresa onde trabalha e SIMPLESMENTE conversar com as pessoas… Agora, você sai da empresa e vai ao cliente com hora marcada e tudo!!! Quando chega ao cliente ele te trata cordialmente e diz o seguinte: “-Marcus, eu precisei adiantar uma reunião! Você me espera um pouco… Aceita um café enquanto isso?”, ele volta para a reunião e nesse caso você pensaria: “-Caramba, ele me deu um “chá de cadeira”!!! Que chato!!! “… Esse seria o seu pensamento ??? TscTscTsc… Pense: “-Ótimo!!! Vamos almoçar juntos!!!”. Isso mesmo, almoço. Sente-se ao lado dele, relaxe, converse sobre coisas cotidianas e naturalmente o assunto TRABALHO será ressaltado, você “vende o seu peixe”, tem um almoço agradável e pronto! Cadê o trabalho? Onde está o desgaste? Tudo flui tão bem que após a entrega, você convida para o próximo almoço, e pede para que ele convide mais dois ou três amigos dele - de preferência que possam se interessar em você, no seu “trabalho” e no que você oferece!!!"

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Para você que está iniciando(ou tentando) uma carreira, um bom lugar para ir mais afundo do tema, é a Universia Brasil - Conseguir uma boa conexão com um Networking. Aqui vai uma brecha ao tema proposto: "As pesquisas indicam que de 50% a 70% das pessoas acharam seu último emprego através de networking, ou seja, trabalhando a rede de contatos. Há várias maneiras de se fazer networking que inclui telefonemas, uma apresentação, ou a networking face-a-face. Este artigo vai dissertar sobre três tipos de networking face-a-face: entre duas pessoas, de uma pessoa para muitas, (i.e., numa reunião), e de muitas pessoas para outras muitas pessoas (i.e., num congresso).
Existem muitas oportunidades de se fazer networking face-a-face, incluindo reuniões de associações profissionais, eventos sociais e feiras de empregos. Os mecanismos, dicas e ferramentas deste artigo se aplicam a todos os três tipos e às diferentes situações. É você quem decide quais os tipos e lugares que funcionam melhor para dar andamento à sua atividade de networking face-a-face.".
Em seguida, há um questionário funcional para você responder no site.

Direitos autores às redes sociais acima.

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Nós temos um pensamento positivo sobre o caso, afinal esses cursos apesar de formarem muitos profissionais, no meio desse conjunto de formados, pode-se encontrar um profissional acima da média, que irá ter um bom emprego. Mas é tudo uma questão de um bom preparo e uma boa qualificação, pois nesses cursos saturados, quem tiver isso se sairá melhor.

Para finalizar, e você ficar com um ótimo entendimento sobre Networking, também preste atenção abaixo:

terça-feira, 20 de julho de 2010

Tema 05 - "Indústria. Vagas de emprego sobrando"

Então pessoal que vem nos acompanhando no Desafio do Conhecimento Its, e pra vocês, mais uma postagem semanal. Dessa vez, pediram a nós uma postagem sobre o setor industrial, as vagas que vem sobrando nesse setor e o porquê disso. Houve um certo trabalho, mas com a ajuda das outras postagens, conseguimos cumprir mais essa tarefa e abaixo você confere mais este texto no que resulta num resultado completo. Boa Leitura.

Como muitos sabem, nosso setor industrial brasileiro é muito forte, porém, constantemente ele abre muitas vagas de emprego que, infelizmente, não são preenchidas. Esse fato aparece em telejornais, jornais, revistas e outros meios de comunicação, mas devemos pensar: O que as indústrias pedem aos candidatos? Por que muitas vagas não se concretizam? É por isso que nós estamos aqui.

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Para responder a primeira pergunta, vamos usar o auxílio de nossas outras postagens referentes a mercado de trabalho e oportunidades e sobre cursos técnicos e superiores. Hoje, as indústrias pedem de seus candidatos uma formação específica na área em que eles vão atuar (podendo ser superior ou técnica) e principalmente habilidades que irão beneficiar o trabalho (esse fator quase totalmente apenas pode ser adquirido em cursos técnicos). Resultado: quem possui um curso técnico sai na frente. E então nossa primeira pergunta foi respondida: as indústrias pedem aos candidatos que eles estejam especializados e qualificados para o setor em que vão atuar, ou seja, os candidatos no mínimo devem ser aptos para realizar bons serviços nessa área.

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A segunda pergunta também pode ser respondida com base nas outras postagens.
Como revelamos antes que as indústrias exigem uma qualificação e especialização adequada, quando se abre as vagas de emprego, muitas não são ocupadas porque justamente não está disponível ao setor industrial uma mão-de-obra qualificada e especializada o suficiente para preencher os requisitos mínimos para se conseguir a vaga. Então resumindo: falta especialização para se ocupar as vagas do setor e por isso muitas vagas ficam em aberto.

Segue abaixo um vídeo da empresa PCTV com um repórter-âncora sobre a decorrência de abertura de vagas no setor industrial:


"SÃO PAULO - A escassez de mão de obra especializada virou um tormento no dia a dia das grandes empresas. Depois de atingir a construção civil e a indústria naval, agora a falta de profissionais se espalha por setores como o automobilístico, ferroviário, moveleiro, siderurgia e metalurgia, transportes e serviços, aponta levantamento feito pela Fundação Dom Cabral com as 76 maiores companhias do País.

O trabalho mostra que 67% das empresas pesquisadas têm enfrentado dificuldade na contratação de funcionários, apesar dos 8 milhões de desempregados no Brasil. "Somos o país das disparidades: há dinheiro para investir, mas a mão de obra especializada está cada vez mais escassa", observa o professor Paulo Resende, responsável pelo levantamento."

É o que diz o site Economia & Negócios sobre o fato de sobrar 67% de vagas nas empresas de setor industrial, entre outras.

Outro fator que deve ser observado são as principais indústrias que o Brasil possui e as que mais abrem vagas para o mercado de trabalho. Nisso podemos destacar muitas como indústria Química (principalmente agora com o Pré-Sal), Metalúrgica e Siderúrgica, Têxtil, Alimentos e de Bens de Consumo (principalmente duráveis). Vale a pena também analisar onde ficam mais concentradas as indústrias no país. Como já sabemos São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte são pólos podemos dizer “natos”, mas Rio Grande do Sul, Paraná e nosso querido estado Santa Catarina também estão crescendo no setor industrial atual.

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Na parte de Santa Catarina, estado de nossa equipe, situada na região sul, temos um aumento incrível em um dos setores mais afetados pela crise.

"O emprego na indústria catarinense registrou alta de 4,5% no primeiro semestre deste ano. O resultado representa a abertura de 9.673 vagas no grupo de 343 empresas de médio e grande portes pesquisadas pela Federação das Indústrias (FIESC). O resultado acumulado de janeiro de junho de 2010 mostra que a indústria recuperou o número de postos de trabalho fechados no mesmo período em 2009, quando houve queda de 4,2%, com decréscimo de 9,4 mil vagas, em decorrência da crise internacional.
De janeiro a junho, o setor industrial apresentou cinco meses consecutivos de crescimento no nível de emprego, influenciado pelos setores máquinas e equipamentos, metalurgia básica e máquinas, aparelhos e materiais elétricos. Em contrapartida, os dois segmentos que fecharam vagas no período foram veículos automotores e produtos alimentícios."

Então, de acordo com o site Portal FIESC.net, marcaram registros de acréscimos em alta nos empregos no setor industrial. No caso, isso resulta na abertura de 9.673 novas vagas. Confira mais no site.

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Está em disposição à vocês mais uma pesquisa da empresa de jornalismo, a "Folha Online", uma das maiores revistas online do Brasil, onde podemos ver esta brecha abaixo sobre o assunto, também encontrando no site com a manchete "Indústria tem maior crescimento da história e retorna ao patamar pré-crise".

"Setor mais afetado pela crise, a indústria segue em forte recuperação e teve o maior impulso dentro do PIB (Produto Interno Bruto) do primeiro trimestre, retornando ao patamar observado no terceiro trimestre de 2008, antes da eclosão da crise.

Na comparação com igual período em 2009, o segmento apresentou elevação de 14,6%, maior expansão desde o início da série histórica, em 1996. Ante o quarto trimestre, subiu 4,6%."

Caso queira buscar mais afundo o assunto, entre neste site "SlideShare: Entrevistas Indústria", onde poderá ler sobre as entrevistas feitas com pessoas sobre indústrias, vagas neste setor e o que é necessário para ingressar no local.

Concluíndo, uma boa dica é que você procure um setor que te agrade, fazer uma especialização voltada àquele setor e torcer para conseguir uma boa vaga de emprego.
Muito obrigado por sua estadia durante sua leitura em nosso blog. A equipe agradece e estamos ao seu dispor. Qualquer dúvida, por favor, entre em contato conosco aqui.

SUCESSO A TODOS QUE SE ENQUANDRAM NESTE CASO!

terça-feira, 13 de julho de 2010

Tema 04 – "Diversidade de Cursos + Diversidade de Instituições de Ensino"

Opa galera, tudo bom? Como todos sabem, é mais uma semana de Desafio do Conhecimento Its, apesar de nossa equipe estar de férias (aleluia!), tivemos que trabalhar duro para construir esta postagem. Então vamos ao que interessa: o resultado.

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Para prestarmos um vestibular ou qualquer exame para um curso (superior, técnico), devemos ter na cabeça dois fatores: o curso que será escolhido e o local onde será realizado (instituição de ensino). Com isso devemos realizar uma soma: curso + instituição de ensino. Essa soma servirá para ter um aproveitamento do seu potencial no limite, porque com essas preocupações sendo feitas, você não escolherá um curso que não lhe agrada e não estudará em um local que não é perfeito para você.

No quesito curso, a pessoa que irá realizar essas provas deve conferir o que melhor se encaixa em suas habilidades e características, podendo ser superior, técnico ou profissionalizante, mas que deva ser o seu complemento, não esqueça.

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Nos aspectos positivos de cada curso, podemos destacar: formação técnica e voltada para mercado de trabalho (para os cursos técnicos), formação completa de todo o conteúdo que o curso escolhido pode oferecer, além das especializações como doutorado e mestrado (para os cursos superiores) e profissionalização da pessoa para facilitar sua integração no mercado de trabalho (para os cursos profissionalizantes).

os aspectos negativos podem ser destacados como: uma formação praticamente toda voltada para o mercado de trabalho deixando de lado outros fatores importantes e não permitir especializações (para os cursos técnicos), não ter a educação voltada para o mercado de trabalho (para os cursos superiores) e não demonstrar todo o ensinamento do curso, apenas educar o aluno para adquirir experiência, um pouco de teoria e uma profissionalização (para os cursos profissionalizantes).

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Deixando de lado o fator curso, entramos em outro fator: a instituição de ensino. Essa se divide em dois tipos: publica ou particular. A instituição pública possui a fama de ser excelente, o que não deixa de ser uma verdade, mas a instituição particular também é muito boa. Para decidir qual seria a melhor, colocamos os aspectos positivos e negativos dessas instituições. Vejam o resultado:

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Esta tabela mostrou os diferentes aspectos que cada instituição oferece. Agora você já pode escolher.

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Levando em conta toda essa postagem e consultando as anteriores, você poderá fazer suas escolhas de forma clara e limpa, mas sempre lembrando que o importante é escolher um curso e uma instituição que irá te levar ao sucesso.

BOA SORTE A TODOS!


Slogans de Universidades Públicas (escolha a sua):

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Para ajudar, veja a seguir nossas outras duas postagens sobre cursos técnicos e superiores:

"Tema 02: Cursos Técnicos"
"Tema 03: Cursos Superiores"

terça-feira, 6 de julho de 2010

Tema 03 - "Qual a importância de um curso superior"

Então nossos queridos, tudo em cima? O Brasil saiu da copa e a desculpa para matar serviço acabou. Achamos que não vai colar a estratégia de dizer que agora estamos torcendo pra Holanda. Então, como vocês sabem, a cada semana estamos resolvendo um desafio, complicado, mas gostoso de se descutir. E o grande desafio desta semana é a importância de um Curso Superior.

Bom, no final de cada ano (principalmente no Terceirão, mas também em todo Ensino Médio), é sempre um alvoroço com a questão de vestibular e coisas afim. São provas, cursos para se escolher, há sempre esse preparatório na época de vestibular. Como isso fica sendo o principal assunto do período, os alunos ficam preocupados sobre o melhor curso para escolher, ou a melhor faculdade ou universidade para futuramente estudar.

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Em uma comparação com os cursos técnicos (assunto do Tema 2), os cursos superiores não podem garantir uma vaga no mercado de trabalho, porque apesar de certos cursos exigirem também um estágio, o ensino superior não te prepara pra o mercado de trabalho, esse modelo de ensino apenas te prepara para a ocasião em que o aluno irá usar o conhecimento aprendido nas aulas e esse ensino se foca em ensinar ao estudante todo o conteúdo que o determinado curso abrange, ou seja, o aluno adquiri todo o conhecimento que o ensino lhe proporciona, mas fica sem nenhum conhecimento prático que um dia irá precisar para sair na frente no mercado de trabalho.

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Contudo, sempre há exceções, pois se você for dedicado, estudioso e determinado, quando estiver realizando o seu estágio, provavelmente prestará um serviço acima da média dos outros que estão no seu mesmo curso e possivelmente conseguirá um emprego após a conclusão do curso superior.

Então o que fazer em um curso superior para sair na frente no mercado de trabalho?

Em um curso superior, além de o estudante ter que estudar bastante e se dedicar ao máximo, ele pode nas horas vagas, tentar aprender um pouco sobre técnicas de trabalho [com livros ou vídeos (use a internet, já que ela conquistou o mundo, e será uma grande aliada)], ou até mesmo realizar um curso extracurricular junto à sua faculdade ou universidade. Com essas preparações e auxílios, conseguir uma vaga no concorrido mercado de trabalho ficará mais fácil ou poderá te conseguir um emprego garantido.

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Porém, esse pensamento só pode ser aceito pelos próprios alunos, pois somente eles poderão decidir o que fazer de suas vidas: se dedicar e especializar fortemente para o mercado de trabalho, ou apenas fazer o básico e ter que correr depois para recuperar o tempo perdido. A sorte está lançada, universitários.

Para ajudar, colocamos abaixo um link com a lista de todos os cursos superiores existentes divididos em cada área respectiva. Obs: os cursos que possui entre parênteses "Tecnologia", é por que se trata de um curso superior tecnológico, que seria uma mistura de ensino superior com ensino técnico.

Lista de Cursos Superiores

terça-feira, 29 de junho de 2010

Tema 02 – "Curso técnico: emprego garantido."

A cada meio ou fim de ano, podemos escutar colegas nossos falando sobre provas de cursos técnicos que eles irão prestar. Então, com toda essa conversa, alguns alunos ficam pensando se esses cursos, além de bons, fornecem uma vaga garantida de emprego.

Analisando toda a duração do curso e outros detalhes, pode-se dizer que sim e não. Sim, porque em certos cursos se exige um estágio supervisionado e, nesses casos, se o aluno for determinado e capacitado, após concluir o curso, ele pode ter uma vaga de emprego garantida onde antes havia feito o estágio.

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Não, porque, apesar desses cursos terem a finalidade de preparar e capacitar o aluno para o mercado de trabalho, sempre há alunos descuidados ou relaxados na duração das fases. E durante a etapa de estágio, eles executam um serviço que deixa a desejar. Após a conclusão de curso, esses alunos ficam sem emprego, porque, quem antes contratou como estagiário, não os deseja agora como funcionários.

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Então o que se deve ter em mente?

Deve-se ter em mente que essa especialização técnica é boa para quem deseja uma vaga de trabalho, mas quem entra em um desses cursos deve se preparar e dedicar muito. Porque só com a devida preparação e dedicação quem acaba essa especialização consegue garantir uma vaga de trabalho.

Imagem de divulgação.



Só que tudo isso depende dos alunos, que são os mais interessados, pois só eles poderão escolher em se dedicarem e conquistarem a vaga de emprego ou se descuidarem e ficarem sem trabalho após o fim do curso.

Dizer que os cursos técnicos garantem vaga de emprego está correto, quando se complementa dizendo que essa garantia de vaga depende única e exclusivamente da capacidade, qualificação e dedicação dos alunos.

Mas não se confunda!

Pois como alguns já sabem, curso técnico é um pouco diferente de curso superior, já que o técnico te prepara para o mercado de trabalho e te especializa duramente, o superior tende a fornecer um diploma demonstrando que você aprendeu tudo sobre aquele curso, mas ele não te especializa nem capacita para o mercado de trabalho. Fique atento.

"Que curso técnico devo fazer?"

Achamos então um site no qual podemos encontrar várias áreas e diferentes cursos que se pode fazer.

Confira: Catálogo Nacional de Cursos Técnicos

Segue abaixo, alguns vídeos que possam auxiliar nas suas escolhas, e esclarecer duvidas.

- IFSC: Jornal Almoço RBSTV - Educação Profissional
- Fantástico: curso técnico encurta caminho para emprego

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Tema 01 - "Como você enxerga o mercado de trabalho e as oportunidades de empregos?"

E aí galera, tudo em cima? . Então, este é nosso primeiro post oficial do concurso cultural entre blogs. Primeiramente, gostaríamos de agradecer bastante à equipe da Its, por nos influenciar a entrar neste desafio; aos professores do colégio Dom Jaime Câmara, e claro, ao Rodrigo Coelho, que teve a bondade de nos ajudar durante nossa entrevista mais abaixo. Muito obrigado pelas iniciativas. Agora, segue abaixo a pesquisa que fizemos sobre o mercado de trabalho. Leia e reflita.


No mundo atual, ter uma boa qualificação e um bom ensino pode colocar uma pessoa à frente de muitas outras no mercado de trabalho. Entretanto, por que precisamos de tantas qualificações para ocupar uma vaga nesse concorrido mercado?

Isso ocorre em função das oportunidades que esse mercado proporciona; afinal, numa época em que qualquer vaga é duramente disputada, ter o melhor currículo para ocupar a tão sonhada vaga, é algo simplesmente crucial.

Esse pensamento sobre a qualificação, necessário a qualquer bom emprego, deveria se prioridade de todos os brasileiros; muitas pessoas no país, porém pensam que sem qualquer habilidade específica ou competência especial, podem chegar a cargos superiores dentro de uma empresa. Cidadãos precisam perceber que, sem qualificação, não se consegue um emprego de alto nível, necessário então se qualificar para conseguir o desejado cargo em uma colocação acima da média.

Outro fator prejudicial é o fato de o mercado de trabalho ser cada vez mais exigente, pois há poucas vagas. Em muitos setores, em firmas, associações e negócios, sempre se está exigindo uma melhor preparação de todos os candidatos à vaga cobiçada. Realmente há um grande número de vagas, mas há também muitos candidatos, então a qualificação se torna um fator determinante.

Certas áreas estão sendo mais focadas e requisitadas, como o marketing, o desenvolvimento sustentável e a tecnologia.

Além da formação na área que o candidato deve possuir também se faz
necessário conhecimento em relações humanas, relações interpessoais e principalmente o trabalho em grupo, são os mais avaliados e considerados.

Dessa forma, portanto, o individuo que deseja uma vaga no mercado de trabalho brasileiro deve ter em mente que há vagas, mas para conseguir uma deve-se encaixar no perfil requisitado e não tentar ocupar uma vaga sem ter nenhuma contribuição a mais para oferecer.

Jovens encontram dificuldades para entrar no mercado de trabalho, confira:
video

Rodrigo Coelho é administrador de empresas, atualmente está trabalhando também com o colégio Dom Jaime Câmara.

sábado, 29 de maio de 2010

Contato

Temos o contato abaixo, para sugestões e/ou críticas em geral:

leitor_blog@hotmail.com

Agradecemos a visita!

Equipe

Com o incentivo da revista Its, criamos esse blog para participar do Desafio do Conhecimento, cuja equipe do blog é:

Rodrigo Araújo;
Gabriel Duarte;
Israel Consoli;
Rodrigo Abreu;

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